Olá pessoal do sétimo ano!
Segue, nos links abaixo, a matéria que deve ser estudada para a P2 de História.
Qualquer dúvida deve ser retirada comigo em sala de aula.
Bom estudo.
Prof. Lucas
http://www.slideboom.com/presentations/1059025/Europa-no-s%C3%A9culos-XIV-e-XV---Cap-6
http://www.slideboom.com/presentations/1059022/A-import%C3%A2ncia-da-Igreja
Olá pessoal. Este blog foi criado para fortalecer os conteúdos de história e filosofia trabalhados em sala a fim de compartilhar experiências, vídeos, filmes, reportagens e assuntos pertinentes aos conceitos históricos e filosóficos trabalhados em aula. Conto com a participação de cada um a fim de transformar esse espaço em um momento de ensino-aprendizagem e de interação constante. Qualquer dúvida ou questionamento mais sério deve ser levado até o professor em sala. Prof. Lucas
quinta-feira, 7 de agosto de 2014
terça-feira, 20 de maio de 2014
Matéria para o Nono ano de Filosofia
Olá pessoal!!!
Seguem os dois slides que devem ser estudados para o Provão e a P1.
Leiam com atenção e anotem as dúvidas.
Qualquer coisa estou disponível na escola todos os dias!!!
Bom Estudo!
Prof. Lucas
http://www.slideboom.com/presentations/1005562/O-Trabalho-na-Hist%C3%B3ria
http://www.slideboom.com/presentations/1005558/Cap%C3%ADtulo-8
Seguem os dois slides que devem ser estudados para o Provão e a P1.
Leiam com atenção e anotem as dúvidas.
Qualquer coisa estou disponível na escola todos os dias!!!
Bom Estudo!
Prof. Lucas
http://www.slideboom.com/presentations/1005562/O-Trabalho-na-Hist%C3%B3ria
http://www.slideboom.com/presentations/1005558/Cap%C3%ADtulo-8
quarta-feira, 9 de abril de 2014
Revisão para o sétimo ano de História para P2
Abaixo, segue o link de revisão preparado especialmente para a P2 de História que acontecerá no dia 11/04/2014 - sexta.
Qualquer dúvida, favor anotar e perguntar.
Não deixe de tirar as dúvidas.
Bom Estudo!
Prof. Lucas
http://www.slideboom.com/presentations/971810/Revis%C3%A3o-para-P2-de-Hist%C3%B3ria
terça-feira, 1 de abril de 2014
A mídia é o ópio do povo
Mesmo
parafraseando o famoso ditado acima, logo quando se lê vêm à mente o grande
filósofo do século XVIII, Karl Marx, que teve um esforço incansável para tentar
desmascarar toda e qualquer ideologia que possa retirar dos fatos reais uma
interpretação verdadeira. Indo na mesma linha do filósofo, o que se pretende
aqui é demonstrar a mídia como uma das mais fortes ideologias deturpadora dos
problemas sociais.
No entanto,
deve-se deixar claro que seria muita hipocrisia escrever um texto para a mídia
criticando a mesma mídia. Por isso, não é genericamente que será tratado o
assunto, mas, principalmente, da chamada GRANDE MÍDIA.
Dentre os
muitos aspectos que poderiam ser trabalhados à partir do tema, a atenção maior
estará voltada às tele-novelas diariamente ao alcance dos botões do nosso
controle remoto. Sabe-se que essas não podem ser algo de estrema ilusão, mas
devem trabalhar aspectos cotidianos com um floreio peculiar. Isso cria a idéia,
não de uma ficção bem montada, mas de uma trama onde os atores conseguem ser
reais em suas interpretações.
Sendo assim,
um ator ou uma atriz será tanto melhor quanto mais conseguir passar veracidade
à cena. Apesar de parecer a função óbvia dos atores, isso acaba prestando um
desserviço aos telespectadores, que deveriam assistir e ter a plena consciência
de que tudo o que está sendo passado é uma mentira. Mas os mesmos acabam por
idealizar modelos e padrões que, inconscientemente, serão buscados a duras
penas.
Em novelas,
dificilmente encontramos mulheres novas, ricas e “gordas”, pois essas são
apresentadas como empregadas domésticas ou, simplesmente, pobres. Os negros são
“condenados” a fazerem papéis de miseráveis, mau caráter ou como os que aceitam
reprimidamente a exclusão. Sempre existe um amor mal resolvido no começo, que
passa por uma rede de conspiração, engano, traição e decepção, mas que no final
acabará bem. Somente uma pessoa não acaba bem, a vilã ou o vilão do enredo, os
quais acabam no hospício, mortos ou na miséria.
Disso tudo,
que aparentemente são coisas desapercebidas na trama, temos ideologias
perversas. No primeiro caso temos a transmissão de um padrão idealizado de
beleza onde o melhor é ser magra. Com isso, conseguiremos ter dinheiro e fama.
Do contrário, se for gordinha, ou faça um regime para se encaixar nos moldes ou
está fadada a ser empregada doméstica e pobre.
Temos também o
caso com os negros, que já possuem toda uma história de exploração e repressão.
Nas famosas tele-novelas eles são novamente escravizados ideologicamente pela
mídia a não pensarem em alçarem vôos de mudança, já que os brancos se
acostumaram a não vê-los inseridos na alta sociedade e eles próprios, com baixa
autoestima, não se arriscam a grandes inovações.
Quando falamos
nos relacionamentos então, muitos aspectos podem ser levantados. Dificilmente
encontramos novelas onde existam casais fiéis, ou em que o casal do “amor
idealizado” seja pobre e termine o enredo pobre para mostrar que a felicidade
não depende de sua classe social. Sem falar no padrão de homem e mulher
perfeitos que muitos adolescentes, jovens e até adultos acabam esperando para
suas vidas ao verem os relacionamentos apresentados.
Já no caso da
vilã, fica nítida impressão de que ser uma pessoa má muitas vezes vale a pena,
já que o “bonzinho” sofre a novela toda pelas conspirações e tramas armadas e
só conseguirá ser feliz no último capítulo. Já o personagem maldoso, se dá bem
a novela inteira e somente no último capítulo vai acontecer algo de ruim. Isso
quando ele não termina na miséria, demonstrando que quem está nessa situação
(que não são poucos) é porque fez alguma coisa de errado na vida.
Com tudo isso,
que na verdade é uma pequena parte de tudo que se passa nas tele-novelas,
muitas vezes ficamos preocupados com nossas crianças em preservá-las de cenas
de sexo. Entretanto, muitas são as ideologias apresentadas por essa programação
muito mais prejudicial, ou seja, os padrões de comportamento, de moda, de
felicidade, de economia e a rede de maldades que eles nos colocam como se na
sociedade fosse da mesma forma: os bonzinhos e os maldosos travando batalhas.
Na verdade, o
que se esquece de dizer é que na sociedade real, nem sempre o bem vence no
final, que existe uma má administração governamental que nos oprime a
continuarmos com a mesma classe social e que o poder continua nas mãos dos
ricos, os mesmos que no horário nobre nos vendem as drogas. Talvez se Marx
estivesse vivo se espantaria em ver como a manipulação da religião é minúscula
ante a abrangência e os recursos utilizados por essa grande mídia. Assim, nosso
título seria integralmente de quem o proferiu pela primeira vez.
sexta-feira, 21 de março de 2014
Mais um caso de descaso!!
Olá queridos alunos e leitores. Gostaria de compartilhar com vocês uma leitura recente de um caso igualmente recente e, por que não, chocante.
Não consigo olhar para uma realidade dessa e entender que foi um mero acaso, ou simplesmente algo "normal"...
Nossa competente polícia militar não cessa de demonstrar seus princípios e o porquê está nas ruas. Basta olhar e ver!!!
Segue o texto do brilhante Nassif:
A violência estatal que nos arrasta pelo asfalto
Para as elites do país é inadmissível que a "ordem" que lhes assegura no poder é sustentada por um grau altíssimo de violência estatal cotidiana.
Fábio Nassif

Cláudia Ferreira da Silva foi assassinada por agentes de segurança pública. Moradora do Morro da Congonha, em Madureira (subúrbio do Rio de Janeiro), mãe de 4 filhos, negra, Cláudia havia saído pra comprar pão. Era domingo. Foi atingida por dois tiros, um no peito, outro na cabeça. Os policiais a jogaram no porta-malas da viatura e durante o trajeto seu corpo caiu no asfalto. Pelo relato de sua filha, Thaís, Cláudia ainda estava consciente quando foi arremessada no carro da polícia. Ela foi arrastada por pelo menos 350 metros e morreu. A cena foi gravada e divulgada na internet.
O roteiro que se segue diante de fatos como esse é o mesmo: os policiais afirmam que ela tinha ligações com o tráfico de drogas, que houve troca de tiros e que tentaram socorrê-la; o comando da Polícia Militar afasta os soldados envolvidos; o governo estadual promete apuração rigorosa do caso; a presidenta da República se diz chocada; a grande mídia explora o caso e se diz sensibilizada.
Todos esses protagonistas alimentam a mesma tese de que a morte de Cláudia se trata de uma exceção, um acidente, um erro de percurso, um incidente chocante e infeliz.
Os moradores da comunidade de Cláudia protestam. Mas para as elites do país é inadmíssível que a "ordem" que lhes assegura no poder é sustentada por um grau altíssimo de violência estatal cotidiana. É considerada uma ameaça ao seu "Estado democrático de direito", a percepção generalizada, por parte da população, de que o assassinato de negros pobres das periferias são regra básica e fundamental da nossa democradura.
Exagero? Segundo o Anuário Brasileiro de Segurança Pública 2013, as polícias matam cinco pessoas por dia no Brasil. Duas em cada três pessoas mortas pela polícia são negras.
É tão incompreensível que tantos ônibus estejam sendo incendiados por aí?
A mídia cuida de somar a quantidade deles. Convocam “especialistas” em segurança para analisar os protestos violentos. Fazem o cálculo do prejuízo financeiro de tais depredações. E a narrativa se encerra no problema do trânsito causado pelos atos de revolta.
Ignoram, hipócrita e propositalmente, o grito da população oprimida que quer passar um único recado: os assassinatos praticados por policiais são a regra no estado de exceção que existe nas periferias.
Mais do que uma análise acadêmica sobre as características do atual regime político brasileiro, a verdade irrefutável é que o aprofundamento da militarização do sistema de segurança do país faz deste estado um dos mais violentos do mundo.
O ano de 2014 já está marcado por um nível de conflitividade social ímpar. Como lidar com uma população que tem deixado de aceitar o cotidiano massacrante que garante o poder confortante de uma minoria? Até agora o que se sabe é que o país se prepara, com leis e armas, para garantir a realização da Copa do Mundo da Fifa e, muito mais do que isso, para retomar a "estabilidade" necessária para a realização das eleições.
Ainda mais neste ano em que descomemoramos o golpe militar de 64, não é possível admitir a defesa da “democracia” e ao mesmo tempo a manutenção da militarização da segurança pública. Não tem sentido lógico nem político defender um modelo de ocupação territorial ostensivo e militarizado de favelas – ironicamente chamado de pacificação – e se dizer em choque com as mortes praticadas pelas forças públicas de segurança.
Nem mesmo o forte slogan da "guerra às drogas" - que justifica até hoje os crimes cometidos pelo Estado – têm conseguido esconder o fato de se tratar de uma guerra aos pobres.
Enquanto os problemas de fundo do país não forem encarados em um nível político superior e com uma agenda de enfrentamento à lógica do Capital, nossa história, incapaz de se livrar da dependência da violência estatal, continuará sendo arrastada dolorosamente pelo asfalto.
___________
Fábio Nassif é jornalista da Carta Maior.
O roteiro que se segue diante de fatos como esse é o mesmo: os policiais afirmam que ela tinha ligações com o tráfico de drogas, que houve troca de tiros e que tentaram socorrê-la; o comando da Polícia Militar afasta os soldados envolvidos; o governo estadual promete apuração rigorosa do caso; a presidenta da República se diz chocada; a grande mídia explora o caso e se diz sensibilizada.
Todos esses protagonistas alimentam a mesma tese de que a morte de Cláudia se trata de uma exceção, um acidente, um erro de percurso, um incidente chocante e infeliz.
Os moradores da comunidade de Cláudia protestam. Mas para as elites do país é inadmíssível que a "ordem" que lhes assegura no poder é sustentada por um grau altíssimo de violência estatal cotidiana. É considerada uma ameaça ao seu "Estado democrático de direito", a percepção generalizada, por parte da população, de que o assassinato de negros pobres das periferias são regra básica e fundamental da nossa democradura.
Exagero? Segundo o Anuário Brasileiro de Segurança Pública 2013, as polícias matam cinco pessoas por dia no Brasil. Duas em cada três pessoas mortas pela polícia são negras.
É tão incompreensível que tantos ônibus estejam sendo incendiados por aí?
A mídia cuida de somar a quantidade deles. Convocam “especialistas” em segurança para analisar os protestos violentos. Fazem o cálculo do prejuízo financeiro de tais depredações. E a narrativa se encerra no problema do trânsito causado pelos atos de revolta.
Ignoram, hipócrita e propositalmente, o grito da população oprimida que quer passar um único recado: os assassinatos praticados por policiais são a regra no estado de exceção que existe nas periferias.
Mais do que uma análise acadêmica sobre as características do atual regime político brasileiro, a verdade irrefutável é que o aprofundamento da militarização do sistema de segurança do país faz deste estado um dos mais violentos do mundo.
O ano de 2014 já está marcado por um nível de conflitividade social ímpar. Como lidar com uma população que tem deixado de aceitar o cotidiano massacrante que garante o poder confortante de uma minoria? Até agora o que se sabe é que o país se prepara, com leis e armas, para garantir a realização da Copa do Mundo da Fifa e, muito mais do que isso, para retomar a "estabilidade" necessária para a realização das eleições.
Ainda mais neste ano em que descomemoramos o golpe militar de 64, não é possível admitir a defesa da “democracia” e ao mesmo tempo a manutenção da militarização da segurança pública. Não tem sentido lógico nem político defender um modelo de ocupação territorial ostensivo e militarizado de favelas – ironicamente chamado de pacificação – e se dizer em choque com as mortes praticadas pelas forças públicas de segurança.
Nem mesmo o forte slogan da "guerra às drogas" - que justifica até hoje os crimes cometidos pelo Estado – têm conseguido esconder o fato de se tratar de uma guerra aos pobres.
Enquanto os problemas de fundo do país não forem encarados em um nível político superior e com uma agenda de enfrentamento à lógica do Capital, nossa história, incapaz de se livrar da dependência da violência estatal, continuará sendo arrastada dolorosamente pelo asfalto.
___________
Fábio Nassif é jornalista da Carta Maior.
sexta-feira, 7 de março de 2014
Dia Internacional da Mulher
Nesse dia 08 de março, dia internacional da mulher, nada melhor do que olhar para nossa sociedade com olhar crítico e fazer as seguintes perguntas:
- Quais são as conquistas das mulheres nos últimos vinte anos?
- A mulher já consegue se igualar aos homens em seus direitos?
- Qual a influência cultural na vida do homem e da mulher na construção da atual organização?
O vídeo acima nos auxilia na reflexão com dados precisos sobre a realidade feminina no Brasil.
Ainda temos um longo caminho para percorrer e afim de amenizar e, por que não, acabar com essa situação de submissão e exploração da mulher.
Parabéns a todas mulheres!
sexta-feira, 28 de fevereiro de 2014
E o Jovem no Brasil?
Olhar
para a realidade do Jovem no Brasil é entender o quanto nosso país está
despreparado para lidar com o desenvolvimento social, humano e, por que não,
econômico. O Brasil não sabe o que fazer com o jovem e acaba por esperar que
todos eles tomem o caminho do bem e que sejam cidadãos conscientes.
Nossa
educação pública não consegue dar conta de qualificar e desenvolver pessoas
capazes de olhar à sua volta e refletir sobre sua própria situação. E quando
sabiamente o fazem, através dos Movimentos Sociais, são fortemente
descaracterizados pelas mídias como movimentos violentos e sem nada para dizer.
Alguns jornais ainda insistem em relacionar o famoso Rolezinho a um simples
agrupamento de pessoas ao redor de um "famosinho".
Silvio
Bava, no editorial da revista Le Monde vai dizer: "A realidade é que as
polícias Civil e Militar não estão preparadas para atuar nas cidades, que
necessitam de um policiamento preventivo, articulado com o respeito e a defesa
dos direitos humanos. As manifestações da cidadania não podem ser violentamente
reprimidas, assim como não podem haver mais tortura e assassinatos por parte de
quem tem o dever de garantir a paz e o fim das discriminações de gênero, raça,
opção sexual e classe social."
Não
podemos fechar os olhos diante desses fatos e considerar tudo
"normal"!
Para nos
ajudar na reflexão, gostaria de trazer uma música: "Não é sério!"
Ouçam e reflitam!
Não é Sério!
Eu vejo na TV o que eles falam sobre o jovem não é sério
O jovem no Brasil nunca é levado a sério
Eu vejo na TV o que eles falam sobre o jovem não é sério, não é sério
Eu vejo na TV o que eles falam sobre o jovem não é sério
O jovem no Brasil nunca é levado a sério
Eu vejo na TV o que eles falam sobre o jovem não é sério, não é sério
O jovem no Brasil nunca é levado a sério
Eu vejo na TV o que eles falam sobre o jovem não é sério, não é sério
Eu vejo na TV o que eles falam sobre o jovem não é sério
O jovem no Brasil nunca é levado a sério
Eu vejo na TV o que eles falam sobre o jovem não é sério, não é sério
Sempre quis falar
Nunca tive chance
Tudo que eu queria
Estava fora do meu alcance
Sim, já
Já faz um tempo
Mas eu gosto de lembrar
Cada um, cada um
Cada lugar, um lugar
Eu sei como é difícil
Eu sei como é difícil acreditar
Mas essa porra um dia vai mudar
Se não mudar, pra onde vou
Não cansado de tentar de novo
Passa a bola, eu jogo o jogo
Nunca tive chance
Tudo que eu queria
Estava fora do meu alcance
Sim, já
Já faz um tempo
Mas eu gosto de lembrar
Cada um, cada um
Cada lugar, um lugar
Eu sei como é difícil
Eu sei como é difícil acreditar
Mas essa porra um dia vai mudar
Se não mudar, pra onde vou
Não cansado de tentar de novo
Passa a bola, eu jogo o jogo
Eu vejo na TV o que eles falam sobre o jovem não é sério
O jovem no Brasil nunca é levado a sério
Eu vejo na TV o que eles falam sobre o jovem não é sério, não é sério
Eu vejo na TV o que eles falam sobre o jovem não é sério
O jovem no Brasil nunca é levado a sério
Eu vejo na TV o que eles falam sobre o jovem não é sério, não é sério
O jovem no Brasil nunca é levado a sério
Eu vejo na TV o que eles falam sobre o jovem não é sério, não é sério
Eu vejo na TV o que eles falam sobre o jovem não é sério
O jovem no Brasil nunca é levado a sério
Eu vejo na TV o que eles falam sobre o jovem não é sério, não é sério
A polícia diz que já causei muito distúrbio
O repórter quer saber porque eu me drogo
O que é que eu uso
Eu também senti a dor
E disso tudo eu fiz a rima
Agora tô por conta
Pode crer que eu tô no clima
Eu tô no clima.... segue a rima
O repórter quer saber porque eu me drogo
O que é que eu uso
Eu também senti a dor
E disso tudo eu fiz a rima
Agora tô por conta
Pode crer que eu tô no clima
Eu tô no clima.... segue a rima
Revolução na sua mente você pode você faz
Quem sabe mesmo é quem sabe mais
Revolução na sua vida você pode você faz
Quem sabe mesmo é quem sabe mais
Revolução na sua mente você pode você faz
Quem sabe mesmo é quem sabe mais
Também sou rimador, também sou da banca
Aperta um do forte que fica tudo a pampa
Quem sabe mesmo é quem sabe mais
Revolução na sua vida você pode você faz
Quem sabe mesmo é quem sabe mais
Revolução na sua mente você pode você faz
Quem sabe mesmo é quem sabe mais
Também sou rimador, também sou da banca
Aperta um do forte que fica tudo a pampa
Eu tô no clima! Eu tô no clima ! Eu tô no clima
Segue a Rima!
Segue a Rima!
Sempre quis falar
Nunca tive chance
Tudo que eu queria
Estava fora do meu alcance
Sim, já
Já faz um tempo
Mas eu gosto de lembrar
Cada um, cada um
Cada lugar, um lugar
Eu sei como é difícil
Eu sei como é difícil acreditar
Mas essa porra um dia vai mudar
Se não mudar, pra onde vou
Não cansado de tentar de novo
Passa a bola, eu jogo o jogo
Nunca tive chance
Tudo que eu queria
Estava fora do meu alcance
Sim, já
Já faz um tempo
Mas eu gosto de lembrar
Cada um, cada um
Cada lugar, um lugar
Eu sei como é difícil
Eu sei como é difícil acreditar
Mas essa porra um dia vai mudar
Se não mudar, pra onde vou
Não cansado de tentar de novo
Passa a bola, eu jogo o jogo
Eu vejo na TV o que eles falam sobre o jovem não é sério
O jovem no Brasil nunca é levado a sério
Eu vejo na TV o que eles falam sobre o jovem não é sério, não é sério
Eu vejo na TV o que eles falam sobre o jovem não é sério
O jovem no Brasil nunca é levado a sério
Eu vejo na TV o que eles falam sobre o jovem não é sério, não é sério
O jovem no Brasil nunca é levado a sério
Eu vejo na TV o que eles falam sobre o jovem não é sério, não é sério
Eu vejo na TV o que eles falam sobre o jovem não é sério
O jovem no Brasil nunca é levado a sério
Eu vejo na TV o que eles falam sobre o jovem não é sério, não é sério
A polícia diz que já causei muito distúrbio
O repórter quer saber porque eu me drogo
O que é que eu uso
Eu também senti a dor
E disso tudo eu fiz a rima
Agora tô por conta
Pode crer que eu tô no clima
Eu tô no clima... segue a rima
O repórter quer saber porque eu me drogo
O que é que eu uso
Eu também senti a dor
E disso tudo eu fiz a rima
Agora tô por conta
Pode crer que eu tô no clima
Eu tô no clima... segue a rima
Revolução na sua mente você pode você faz
Quem sabe mesmo é quem sabe mais
Revolução na sua vida você pode você faz
Quem sabe mesmo é quem sabe mais
Revolução na sua mente você pode você faz
Quem sabe mesmo é quem sabe mais
Revolução na sua mente você pode você faz
Quem sabe mesmo é quem sabe mais
Quem sabe mesmo é quem sabe mais
Revolução na sua vida você pode você faz
Quem sabe mesmo é quem sabe mais
Revolução na sua mente você pode você faz
Quem sabe mesmo é quem sabe mais
Revolução na sua mente você pode você faz
Quem sabe mesmo é quem sabe mais
Eu tô no clima
"O que eu consigo ver é só um terço do problema
É o Sistema que tem que mudar
Não se pode parar de lutar
Senão não muda
A Juventude tem que estar a fim
Tem que se unir
O abuso do trabalho infantil, a ignorância
Só faz destruir a esperança
Na TV o que eles falam sobre o jovem não é sério
Deixa ele viver! É o que liga"
É o Sistema que tem que mudar
Não se pode parar de lutar
Senão não muda
A Juventude tem que estar a fim
Tem que se unir
O abuso do trabalho infantil, a ignorância
Só faz destruir a esperança
Na TV o que eles falam sobre o jovem não é sério
Deixa ele viver! É o que liga"
Charlie Brown Jr.
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